Companhia aérea polonesa LOT recebe Chief Executive Board da Star Alliance em Varsóvia

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A companhia aérea membro LOT Polish Airlines recebeu a edição semestral da reunião do Chief Executive Board (CEB), durante o qual os CEOs das companhias aéreas membros endossaram aprimoramentos para melhorar ainda mais a experiência de viagem na rede oferecida aos clientes e deram sinal verde para a inclusão de um novo membro no Brasil.

Como companhia aérea anfitriã, a LOT apresentou sua nova estratégia – uma nova LOT em uma nova Europa – sobre a qual seus planos são dobrar de tamanho nos próximos cinco anos. Além disso, nas três novas conexões para a Ásia – Tóquio, Seul e Bangcoc – seus planos são para mais de uma dúzia de novas rotas europeias. Ao anunciar o mais dinâmico crescimento na história da companhia, a LOT afirmou que está competindo pela liderança na região e planeja torna-se a maior companhia aérea em rede da Nova Europa.

Em suas discussões, os CEOs reafirmaram os objetivos estabelecidos pelos fundadores da Aliança há mais de 18 anos, concordando em continuar a construir seus pontos fortes – uma rede global, um alto padrão de atendimento ao cliente e fazendo uso da moderna tecnologia para conduzir suas estratégias de negócios.

O objetivo da Star Alliance no seu lançamento, em maio de 1997, era a ser a aliança global de companhias aéreas líder para o viajante internacional de alto valor e contribuir, em longo prazo, para a rentabilidade das companhias aéreas membro além de suas capacidades individuais.

“Como uma Aliança madura, com uma rede global e bons relacionamentos estreitos entre nossas companhias aéreas membro, estamos excelentemente posicionados para oferecer melhorias contínuas de maneira que, juntos, melhoremos a experiência de viagem pela Aliança”, disse o CEO da Star Alliance, Mark Schwab.

A Avianca Brasil será adicionada à rede no dia 22 de Julho deste ano, permitindo à Star Alliance, mais uma vez, oferecer aos seus clientes voos domésticos no maior e mais importante mercado da América Latina.

“Estamos satisfeitos que podemos incluir a Avianca Brasil a partir do próximo mês, o que, em conjunto com vários novos serviços hub-to-hub anunciados por membros individuais, significa que vamos aumentar a conectividade de rede este ano”, acrescentou Schwab.

2015 já tem visto um fluxo constante de adições de rotas e mais novas rotas serão introduzidas até o final do ano. Estes incluem, por exemplo, incremento ainda maior na escolha no hub de Houston da Aliança, com novos voos de longo curso da Air New Zealand, ANA e EVA Air de Auckland, Tóquio e Taipei. Air China lançou um novo voo entre Pequim e Montreal enquanto a Air Canada vai começar a voar a partir de Toronto para Nova Delhi, em dezembro. Um novo voo Lufthansa de Frankfurt para o Panamá irá estabelecer uma importante ligação entre um hub principal na Europa e América Latina no fim de novembro.

Complementando as expansões da rede, as companhias aéreas membro estão aprofundando a sua cooperação bilateral por meio da assinatura de acordos de code-share. Exemplos recentes incluem Air India e Air New Zealand, Air India e Avianca, Copa e TAP e EVA Air e Turkish Airlines.

O exemplo mais recente de como essas alterações nos bastidores podem trazer mudanças visíveis para os clientes é demonstrado pela premiada casa da Star Alliance no Terminal 2 de Heathrow, em Londres, agora um ano de idade. O Terminal da Rainha, formalmente aberto no dia 23 de junho de 2014 pela Rainha Elizabeth II, utiliza novas tecnologias e processos que permitem que as companhias aéreas trabalhem juntos em seu salão de check-in, oferecendo um serviço altamente automatizado e eficiente. O feedback dos clientes sobre o novo terminal tem sido extremamente positivo.

O diálogo com os aeroportos é essencial na realização de melhorias de serviços em terra. “Gostaríamos de pedir que aeroportos ao redor do mundo interajam conosco em um estágio inicial, quando reconstroem terminais ou constroem novas infraestruturas por completo. Como mostra a experiência de Heathrow, isto pode trazer vantagens para todos”, disse Schwab.

Projetos já estão em andamento no Aeroporto de Guarulhos – São Paulo, bem como no Aeroporto de Narita, em Tóquio. Em ambos os casos, os salões de check-in enfrentam restrições de espaço que não podem ser resolvidas pela expansão da atual infraestrutura.

Outro serviço que está para ser implementado em toda a rede é a Gold Track Security – uma faixa de segurança dedicada para passageiros da Primeira Classe e da Classe Executiva, bem como os titulares do Star Alliance Gold Card. Este produto da Aliança está atualmente disponível em mais de 25 aeroportos e será progressivamente expandido para a maioria dos centros de conexões da rede Star Alliance no decorrer do ano.

Os CEOs também analisaram a implementação bem sucedida de vários novos sistemas de TI. Estes utilizam as mais recentes tecnologias para prestar um serviço mais confiável e mais rápido, com melhores sistemas de comunicação no local para diagnosticar os erros e permitir que eles sejam corrigidos rapidamente.

Uma infraestrutura de TI hub constitui a espinha dorsal da maioria dos sistemas necessários para cumprir o compromisso com o cliente da Aliança. Esta tem sido gradualmente estendida para lidar com diferentes lógicas de negócios e outros projetos semelhantes se seguirão. Exemplos até o momento incluem o through  check-in: que permite aos passageiros receber seus cartões de embarque para toda a sua viagem a partir do primeiro ponto de check-in. No ano passado, houve a introdução de dois sistemas no domínio de programas de fidelidade.

Isto permite mais agilidade e um melhor intercâmbio de dados do passageiro frequente, mas eliminando a necessidade de requisitar manualmente milhas depois de um voo. O outro sistema assegura a comunicação mais rápida de mudanças de status em todas as companhias aéreas da Aliança, permitindo que os clientes façam uso de seus benefícios Gold mesmo antes de um novo cartão ser emitido.

Schwab disse: “Conectar as redes de dados é tão importante como oferecer opções de voos ideais como parte da programação das nossas companhias aéreas. Ter nossa infraestrutura adequada de TI no hub nos coloca em uma posição única para fornecer o suporte tecnológico necessário para implementações rápidas de novos benefícios para os clientes da Star Alliance.”

Ao final, os CEOs reiteraram que, enquanto a adição de novos membros para a Aliança já não é tão importante como há alguns anos, o modelo de negócios da Aliança continua a oferecer muitas oportunidades para a criação de valor agregado para cada uma de suas empresas. Como consequência, membros da Aliança continuam a ser uma parte importante e integral do plano de negócios individuais dos novos membros, com cada companhia aérea sendo capaz de decidir o quanto de valor que deseja extrair da sua adesão à Aliança.

Paralelamente a este crescimento da rede orgânica, a Aliança continua a acompanhar a evolução do mercado e aproveitar as oportunidades para a expansão de membros se e quando elas surgirem.

Com a melhora no atendimento ao cliente como centro de suas atividades, as companhias aéreas membro estão continuamente à procura de iniciativas conjuntas para entregar uma melhor experiência – em muitos casos, por meio da introdução, nos bastidores, de novas tecnologias para aprimorar as transações entre os operadores.

Fonte: Star Alliance.

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